09/07/2017

Os 7 segredos da Antiguidade que serão descobertos neste século


Especialmente no que diz respeito ao estudo da Antiguidade, as ferramentas tecnológicas que dão suporte aos especialistas hoje em dia poderão ajudar a desvendar alguns dos maiores mistérios da humanidade. Mas quais são os 7 maiores segredos da antiguidade? Confira abaixo:

Cidades e civilizações latino-americanas desconhecidas: especialistas estão utilizando a tecnologia a laser LIDAR para literalmente “ver” debaixo das densas florestas de Honduras e Belize. Dessa forma, será possível localizar assentamentos e até mesmo civilizações ainda desconhecidas.


O túmulo de Gengis Khan e Alexandre, o Grande: ferramentas tecnológicas como o georradar (ou radar de penetração no solo) tornam possível a pesquisa em regiões subterrâneas sem precisar de escavação. Isso traz a possibilidade de analisar grandes porções de terra, o que aumenta a probabilidade de encontrar túmulos como o de Gengis Khan ou o de Alexandre, o Grande.



O mausoléu do primeiro imperador da China: embora seja conhecida a localização do complexo funerário de Qin Shihuang e de seus soldados, o risco de danificar objetos milenares impede qualquer tentativa de avanços em escavações. A teledetecção permitirá a visão de estruturas interiores, enquanto pequenos robôs entrarão no túmulo para colher dados sem causar alterações significativas no sítio arqueológico.



A língua dos antigos minoicos: a poderosa civilização minoica (3.000 a.C.–1.450 a.C.) foi descoberta no Mediterrâneo há mais de um século. No entanto, os especialistas ainda não conseguiram decifrar sua língua complexa, conhecida como Linear A. Os mais de 1.400 exemplos idiomáticos poderão ser decifrados com a ajuda de poderosos sistemas informáticos de inteligência artificial.



O objetivo das linhas de Nasca: desde sua descoberta, os pesquisadores continuam teorizando sobre o significado das linhas de Nasca. Elas representariam constelações estelares? Ou será que apontam para questões referentes a fontes aquáticas? A análise eletrônica de uma enorme quantidade de dados geográficos e arqueológicos poderia ser de vital importância para se chegar a uma resposta.



Um Neandertal intacto: apesar de ser possivelmente o efeito colateral mais sério da tecnologia, é verdade que o aquecimento global, ao derreter calotas polares, revelará algum espécime de Neandertal perfeitamente conservado, da mesma forma que um mamute foi descoberto praticamente intacto em 2011, na Sibéria.



A presença viking na América do Norte: quando o mesmo aquecimento global revelar os segredos guardados pelas geleiras, serão encontrados os assentamentos vikings do litoral canadense, obrigando uma reescrita da história da chegada de outros povos na América.




Fonte: seuhistory, RT

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