23/08/2017

5 técnicas medicinais do Antigo Egito que são usadas até hoje



Quando a humanidade ainda não conhecia os limites entre a ciência e a magia, no Antigo Egito costumava-se acreditar que as doenças obedeciam a castigos sobrenaturais de divindades furiosas ou espíritos malignos.

Entretanto, essa civilização foi capaz de conciliar rituais e alguns dos procedimentos técnicos mais avançados, a ponto de, hoje, milhares de anos depois, continuarem em uso e com força total.
1. Cirurgias: Os antigos egípcios eram especialistas em mumificação e tinham um conhecimento profundo sobre a anatomia humana, especialmente os órgãos internos, aos quais eles relacionavam a várias doenças. Eles realizaram diversas cirurgias, desde trepanações (perfuração de ossos) até remoções de tumores.
2. Saúde bucal: Os dentes podres provocavam a formação de buracos e infecções. O Papiro Ebers, possivelmente o tratado medicinal mais antigo de que se tem notícia, contém prescrições para preencher esses buracos e para fazer pomadas desinfetantes.
3. Prótese: Os antigos egípcios criaram próteses tanto para os vivos quanto para os mortos, e deram atenção especial aos últimos, uma vez que a crença indicava que o corpo deveria estar completo na hora de fazer sua viagem para o além.
4. Circuncisão: Por razões que ultrapassam questões médicas e religiosas, a circuncisão foi uma prática habitual nas civilizações antigas, e os egípcios não foram exceção. Um pênis circuncidado representava uma verdadeira curiosidade para essa cultura.
5. Assistência médica estatal: Os governos do Antigo Egito administravam o acesso das pessoas aos cuidados médicos. Havia institutos para formar doutores que também recebiam e tratavam os pacientes.

BBC
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