19/08/2017

As conspirações secretas por trás da morte de Marilyn Monroe



Marilyn Monroe, ícone da beleza e da sensualidade de Hollywood, continua atual, apesar dos anos que se passaram desde seu falecimento: uma morte prematura que nunca foi esclarecida e sobre a qual há muitas teorias conspiratórias.

De acordo com o diagnóstico forense, tratou-se de um suicídio, com base também em seu histórico psiquiátrico e suas tentativas anteriores. Porém, na autópsia, não foram encontrados traços de barbitúricos no estômago da diva nem recipientes para líquidos em seu quarto. Além disso, há várias incoerências, declarações contraditórias de testemunhas, provas eliminadas e horários que não se encaixam.
Há quem acredite que os irmãos Kennedy teriam um caso com Marilyn, podendo ter-lhe confidenciado informações secretas que ela ameaçou divulgar quando foi supostamente rejeitada por J.F. Kennedy. O espião Bernard Spindel (que estaria vigiando a atriz para Jimmy Hoffa ou para o chefe da máfia Sam Giancana) declarou ter ouvido uma discussão entre Marilyn e Bobby Kennedy naquela noite, com gritos e ameaças, mas as gravações foram destruídas pelo promotor do caso em 1966.

Outra teoria afirma que a máfia assassinou a atriz para indiciar os Kennedy ou evitar que Marilyn expusesse algum de seus segredos (embora pudessem estar trabalhando para o próprio Bobby).

Uma terceira hipótese considera, inclusive, que o Dr. Greenson, psiquiatra da estrela, pode ter sido o autor do crime, para tentar esconder um romance escandaloso com sua paciente. Embora a manobra obscura do caso tenha dado origem a teses como essas e outras, a verdade é que o fato ocorrido naquela noite de 4 de agosto permanece um mistério.


super curioso
seuhistory

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