22/10/2017

A antigravidade de Tesla e sua conexão com o controverso experimento Filadélfia



A vida de Nikola Tesla esteve repleta de grandes conquistas no campo da engenharia mecânica, elétrica e física. Mas segundo o relato de membros do exército, o inventor também se envolveu em projetos que não se concretizaram. Um deles é o controverso Experimento Filadélfia: um projeto da marinha americana que tinha como objetivo evitar que seus navios fossem detectados por radares e minas magnéticas durante a Segunda Guerra Mundial.

No início da década de 1930, a Universidade de Chicago começou a pesquisar a possibilidade de tornar os objetos “invisíveis” por meio do uso da eletricidade. Anos depois, o projeto foi renomeado Rainbow, ou de Invisibilidade, e levado ao Instituto de Estudos Avançados de Princeton. Lá, Tesla foi escolhido diretor do experimento e começou a trabalhar junto com a marinha.

O primeiro teste, realizado em 1940, foi um sucesso total, fazendo “desaparecer” um navio não tripulado diante dos olhos de várias testemunhas. Para isso, foram colocadas duas bobinas grandes (eletroímãs) em cada casco do navio. As bobinas se acendiam em uma sequência especial e sua força magnética era tão poderosa que superava a da gravidade.

Entretanto, com base em seus próprios experimentos sobre eletrogravidade, Tesla alertou às autoridades que, em caso de testes em uma nave tripulada, as consequências da radiação seriam terríveis para os soldados. A marinha, cega em seus esforços para vencer a guerra, ignorou seus conselhos. Por esse motivo, Tesla decidiu abandonar o projeto em 1942. Mas, antes, sabotou os equipamentos para que o segundo teste do experimento fracassasse.



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