11/11/2017

6 tecnologias da antiguidade que ainda não fomos capazes de recriar



Até hoje, em plena era digital, a ciência não conseguiu reproduzi-las:

Aço de Damasco: A fama das espadas forjadas entre os séculos XII e XVIII, no Oriente Médio, é vista, nos nossos dias, como um verdadeiro mito da engenharia humana. Sua dureza e seu gume praticamente inabaláveis foram possíveis graças ao aço de Damasco, ou Damasceno, uma tecnologia que a metalurgia atual ainda não foi capaz de reproduzir.

Vidro flexível: Desde os tempos antigos, uma lenda conta a história de um mestre vidreiro que se apresentou diante do imperador romano Tibério para lhe mostrar um objeto de vidro flexível. Como prova, deixou a peça cair no chão e corrigiu as partes amassadas com um martelo. Hoje, a ciência tenta desenvolver uma tecnologia parecida.

Mithridaticum Antidotum (antídoto de Mitrídates): Mitrídates, rei do Ponto entre 120 e 63 a.C., deu origem a um remédio conhecido como antídoto de Mitrídates, capaz de curar intoxicações causadas por qualquer veneno conhecido. A fórmula teria sido conservada até o Renascimento, quando desapareceu sem deixar vestígios.

Fogo grego: Foi o terror dos inimigos da Grécia Antiga, muitos dos quais arderam sob esse fogo impossível de ser apagado e capaz de queimar na água. Acredita-se que era feito à base de petróleo, mas sua fórmula não foi conservada.

Concreto romano: Esse tipo de concreto se mantém em pé até hoje, dois mil anos após ter sido utilizado. Atualmente, a esperança de vida para o concreto moderno não ultrapassa os 200 anos. Sabe-se que um dos seus segredos reside no uso da areia vulcânica.

Ferro de Déli: A ferrugem praticamente não chegou perto de um pilar de ferro de 1.600 anos de idade, erguido ao ar livre em Déli, na Índia. Os especialistas acreditam que sua durabilidade está baseada em uma fabricação que, até hoje, não pôde ser igualada.

VIX
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