28/09/2018

João Arruda é o único candidato que tem legitimidade para propor revisão no modelo do pedágio



A deflagração da Operação Integração II, pela força-tarefa da Lava Jato, que prendeu integrantes da cúpula do governo Beto Richa, não surpreendeu o candidato ao governo do Paraná João Arruda (MDB), que sempre defendeu o rompimento com as empresas que exploram o Anel de Integração e a não renovação dos contratos de concessão.

João lembra que, enquanto Ratinho Junior anuncia, em entrevistas de que participa, que não renovará a concessão do Anel de Integração do Paraná, que vence em 2021, seu candidato a vice, o presidente licenciado da Fecomércio, Darci Piana, assinou documento em defesa da prorrogação dos contratos. “O candidato a vice do Ratinho assinou documento pedindo a prorrogação do modelo. Isso é triste. Precisamos de um novo modelo, com maior controle de agentes independentes, não indicados pelo governador”. 
Como coordenador da bancada paranaense na Câmara, João Arruda conduziu debates para a revisão dos contratos e posicionou-se contrário à renovação da concessão, proposta levada à bancada pelo deputado federal Ricardo Barros, marido da governadora Cida Borghetti que, agora, anuncia medidas demagógicas e sem nenhum efeito prático, como notificar as concessionárias de que os contratos não serão renovados (uma decisão que não cabe mais ao atual governo) e entrar na Justiça para  a suspensão da cobrança de pedágio.

Cida, aliás, coordenou uma comissão montada pelo governo em 2015 para negociar com as concessionárias (como mostra reportagem da Gazeta do Povo na época*). Desta comissão, fazia parte, também, o então secretário de infraestrutura e logística Pepe Richa, preso na quarta-feira (26) pela Polícia Federal. “A solução negociada do governo de Beto Richa, Cida Borghetti e Ratinho Júnior era através da corrupção, da propina. É isso que a Operação Integração está mostrando”, disse Arruda. 


#JoãoArruda15

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