06/10/2018

Rebelião em Maringá é prova do descaso com sistema penitenciário, diz João Arruda



A rebelião em uma das galerias da Penitenciária Estadual de Maringá (PEM), que chegou ao fim na tarde dessa sexta-feira (05) depois de mais de 30 horas, é apenas mais um reflexo do estado de abandono do sistema carcerário do Paraná, sucateado depois de oito anos sem investimentos, segundo o candidato do MDB ao governo do Paraná, João Arruda.

Como a grande maioria das penitenciárias do Paraná, a unidade de Maringá operava acima de sua capacidade. A PEM poderia receber no máximo 430 presos, mas acomodava no momento da rebelião 455 detentos, segundo o Depen. Felizmente, o agente carcerário e os dois presos que tinham sido mantidos reféns foram liberados sem ferimentos, segundo a administração da unidade.
João Arruda tem alertado nesta campanha o desinteresse do Estado por essa área importante para a segurança pública. Embora tivesse recursos federais disponíveis para construir unidades prisionais, o Paraná não ergueu uma sequer nos últimos oito anos. Quando governou o Paraná, o MDB construiu 14 penitenciárias, contribuindo muito para desafogar os “cadeiões” das delegacias de polícia e, desta forma, liberando os policiais civis para efetuarem sua tarefa básica, que é a investigação e solução de crimes.

“Eles não construíram nenhuma nova penitenciária nesse governo. Isso coloca em risco a vida dos agentes e dos presos, e pode gerar mais violência. Chega dessas pessoas governarem o Paraná, elas não fizeram nada pela Segurança Pública”, falou João.


#JoãoArruda15

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