20/05/2019

Exército dos EUA cria protocolo para lidar com aumento de avistamentos de ovnis



O aumento registrado no número de avistamentos de ovnis em diversas regiões controladas pelo Exército dos Estados Unidos obrigou as Forças Armadas a estabelecer um novo protocolo de ação. Até hoje esses relatos de militares eram geralmente ignorados. Quando aceitos, não eram devidamente investigados.
Atualmente, as autoridades oficiais trabalham na redação de novas diretrizes que deverão ser seguidas por pilotos e outros oficiais diante de “fenômenos aéreos inexplicáveis”, nome que se dá a esses eventos em termos militares. Com isso, novos procedimentos serão padronizados para facilitar as investigações a respeito dos avistamentos. A partir de agora, pilotos terão como relatar esses eventos de forma detalhada para que os militares possam acompanhar o que pode ou não estar acontecendo.
Nos últimos tempos, as Forças Armadas dos EUA foram muito questionadas pela relativa pouca importância que deram aos objetos voadores não identificados. A maioria dos oficiais não fala sobre o assunto, principalmente por medo de prejudicar sua carreira.
“Recebemos muitas informações sobre aeronaves não autorizadas ou não identificadas que entraram em nosso espaço aéreo nos últimos anos”, declararam as Forças Armadas em uma nota à imprensa. A aparição de ovnis acontece “várias vezes por mês”, segundo Joseph Gradisher, porta-voz de um dos escritórios da instituição. 
O novo protocolo não significa que as Forças Armadas acreditem que alienígenas estejam voando no espaço aéreo dos EUA. De acordo com o comunicado, a preocupação diz respeito a "vários relatos de aeronaves não autorizadas e/ou não identificadas que entraram em diversas áreas controladas pelos militares nos últimos anos". Apesar disso, Luis Elizondo, um ex-oficial do Pentágono que pediu demissão quando o programa militar de investigação de ovnis comandado por ele foi cancelado, acredita que há fortes evidências de que não estamos sozinhos na Terra. Segundo ele, o projeto interrompido identificou aeronaves "anômalas" que "desafiavam as leis da aerodinâmica".

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El País
CNN
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