11/04/2020

PANDEMIA CORONAVÍRUS - "The Economist" vê sinais de insanidade em Bolsonaro



O The Economist é uma publicação inglesa de notícias e assuntos internacionais de propriedade da The Economist Newspaper Ltd. e editada em sua sede na cidade de Londres, no Reino Unido. Está em publicação contínua desde a sua fundação por James Wilson, em setembro de 1843 e é um dos mais tradicionais do planeta em atividade!
Agora até o The Economist publicou um duro texto contra Jair Bolsonaro, que se isolou "do jeito errado" em meio à pandemia do novo coronavírus - em referência ao embate com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em torno das medidas de isolamento social.
"Um a um, os negacionistas fizeram suas pazes com a ciência e a medicina. Somente quatro líderes do mundo continuam negando a ameaça de saúde pública da covid-19", diz a revista, citando Bielorrussia, Turcomenistão - que proibiu o uso da palavra "coronavírus" -, Nicarágua e Brasil.
"A decisão de Bolsonaro de minar os esforços de seu próprio governo para conter o vírus podem marcar o começo do fim de sua presidência", acrescenta a revista, que ainda afirma que os primeiros 15 meses do governo Bolsonaro se basearam em "bravatas de macho e ignorância".
Para The Economist, o presidente demonstra sentir "ciúmes da popularidade crescente de um ministro que, na visão dele, precisa ser mais humilde"; além disso, a revista sustenta que o governo parece tratar Bolsonaro como um "familiar difícil de lidar e com sinais de insanidade", ao passo em que conta com o apoio de "um pequeno círculo de fanáticos ideológicos que inclui seus três filhos, a fé de evangélicos e pela falta de informação de muitos brasileiros sobre o coronavírus".

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Conversa Afiada

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