10/08/2020

DENÚNCIA - Fraude em enquete da "votocolombense" beneficia Helder Lazarotto em Colombo


Uma DENÚNCIA GRAVÍSSIMA chegou até nós nesta segunda, 10 de agosto, envolvendo os nomes dos pré-candidatos a prefeito de Colombo.
Uma página da internet, votocolombense, em total desrespeito com a Lei 9.504/97 e a Resolução 23.600 do Tribunal Superior Eleitoral, faz uma enquete o que é crime eleitoral, utilizando os nomes de alguns pré-candidatos a prefeito do município de Colombo...
O diabo da coisa é que, além de ser proibida, a enquete permite que uma mesma pessoa vote quantas vezes quiser...

Aí o pré-candidato Helder Lazarotto aparece bem na frente dos demais...

E para piorar a situação, recebemos um vídeo, que, clara e nitidamente mostra uma mesma pessoa votando várias vezes em Helder Lazarotto na referida enquete criminosa...

Assista ao vídeo:


Aí fica fácil qualquer um ser o primeiro em uma enquete FRAUDULENTA.

A página da enquete é a Voto Colombense: (http://votocolombense.com.br/).
Pesquisamos na internet e identificamos os responsáveis pela página:


A voto colombense é sediada em Colombo.
Os responsáveis pela página são Elias Claucio e Edgar Barreto, ambos moradores de Colombo.

A quem interessa essa enquete fraudulenta que beneficia Helder Lazarotto?

A culpa é do Helder? Sinceramente quero acreditar que não, que a Justiça encontre os culpados pela enquete. Pois mesmo beneficiando Helder, não significa em absoluto que ele esteja envolvido em uma fraude destas.

Toda enquete que soubermos, denunciaremos para a Justiça, porque acreditamos na lisura do processo eleitoral.

DENUNCIE FRAUDE ELEITORAL!

A Resolução traz em seu artigo 23 a proibição de realização de enquetes relacionadas ao processo eleitoral. Neste caso, entende-se por enquete ou sondagem o levantamento de opiniões sem plano amostral, que dependa da participação espontânea do interessado, e que não utilize método científico para sua realização, quando apresentados resultados que possibilitem ao eleitor inferir a ordem dos candidatos na disputa.
Segundo o texto, a partir de 1º de janeiro cabe o exercício do poder de polícia pelo juízo eleitoral contra divulgação de enquetes, com a expedição de ordem para que seja removida, sob pena de crime de desobediência.

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