03/06/2020

PT se apequena ainda mais e não participa de atos pela democracia que não sejam"autorizados" pelo PT



O PT (Partido dos Trabalhadores) continua com sua arrogância, soberba e total falta de humildade, peculiar de suas 'lideranças nacionais', ao não aceitar participar de atos e muito menos assinar junto manifestos pela democracia que não sejam 'autorizados' pelo PT...

O PT só aceita participar com quem ele escolher, somente com a inclusão na pauta de pedidos de perdão ao PT, reconhecimento do golpe contra Dilma, devolução dos direitos políticos de Lula e com o PT na liderança total dos atos...
Não aprendeu nada este PT....
Em ano de eleições municipais, com o PT fazendo alianças municipais com todo tipo de partido, até os que participaram ativamente do 'golpe', mas não aceita assinar documento que tenha FHC, Ciro Gomes, ou qualquer um que não concorde que o PT é o supra-sumo ...
Vide Colombo, onde o PT está alinhado com o PSL... Pode isso Arnaldo?
O mesmo PT que transformou o Brasil no paraíso dos banqueiros e empreiteiros, agora não aceita participar de atos pela democracia.
Ou seja, o PT aceitou governar com as elites, fazer pactos com a elite, mas assinar manifesto pela democracia por 'achar' que é coisa das elites não...
O PT, através de sua presidente, até mandou um texto esdrúxulo para a jornalista Mônica Bérgamo, para explicar o inexplicável...
O manifesto pela democracia é para unir os brasileiros contra o golpe bolsonarista e em favor da democracia.
O manifesto é pluripartidário, por isso o PT não aceita e por isso o PT se apequena ainda mais.
O PT não aprendeu nada com o passado? Não existem as palavras humildade, perdão e arrependimento no dicionário petista?
Quem pode perder com a presença do PT nos movimentos pela democracia são os demais participantes e não o PT....
Mesmo sabendo disso, o movimento pela democracia aceita o PT, por ser um movimento pelo Brasil e pela democracia.
PT, menos, vocês cometeram erros no passado que culminaram com a serpente chocando o ovo Bolsonaro e continuam errando ao achar que se não for com domínio do PT, nada pode ser feito.
Apesar disso tudo, os democratas que querem o Brasil livre de Bolsonaro, ainda aceitam quem quer o Brasil livre de Bolsonaro, depois cada um no seu quadrado.
O movimento ANTIFASCISMO no Brasil é hoje um ZEITGEIST que une todos que querem um Brasil com a verdadeira democracia.
Ou o PT assina ou segue sua marcha rumo a irrelevância da história.
Acorda PT!

O El País publicou que o movimento antifascistas planejam aumentar a frequência e a magnitude dos atos com a adesão de movimentos sociais e partidários que se opõem ao Governo Bolsonaro. Neste fim de semana, um manifesto em prol da democracia, que já foi firmado pelos ex-jogadores Casagrande, Raí e Tostão, ultrapassou a marca de 200.000 assinaturas. Para o próximo domingo, cidades como Manaus e Rio articulam manifestações similares à da Paulista.
“Nossa pauta é ampla, não tem viés político-partidário”, diz Danilo Pássaro. “A maior parte do povo brasileiro é favorável à democracia. Convocamos todos os cidadãos democratas para que se juntem a essa luta.” A articulação nacional das Torcidas Antifascistas Unidas ressalta que orienta manifestantes a usar máscaras, luvas e óculos de proteção contra o coronavírus, além de recomendar a torcedores que convivem com pessoas do grupo de risco a participar dos protestos políticos apenas pelas redes sociais.
Nesta segunda, houve uma manifestação em Curitiba que derivou mais uma vez em repressão policial e quebra-quebra, em uma mostra de que a chama dos protestos antifascistas e anti-Bolsonaro, misturados aos atos antirracistas na esteira do movimento nos EUA, devem seguir. Gabriel Fidgan, organizador do protesto na capital do Paraná, afirma que o ato antirracista terminava sem incidentes quando, na “dispersão de alguns poucos, houve vandalismo contra o patrimônio público”, o que “representa a presença organizada de infiltrados que desejam a criminalização do movimento”. Fidgan também criticou o excesso de uso da força pela polícia.
Em paralelo ao movimentos de rua, o fim de semana também viu crescer outro front contra o Governo, com manifestos que criticam as manifestações autoritárias do Governo e pregações contra os demais poderes. Em um deles, o “Somos 70%”, faz alusão à maioria que não apoia Bolsonaro. Já o “Basta!” foi organizado por advogados e outros representantes do universo jurídico. O “Estamos Juntos”, por sua vez, foi assinado por artistas e intelectuais, mas também políticos de vários matizes, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) e o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). O texto fala da importância de uma frente comum contra o Planalto. “Como aconteceu no movimento Diretas Já, é hora de deixar de lado velhas disputas em busca do bem comum”, diz o texto. As movimentações são mais um sintoma da escalada da crise institucional, mas também evidenciam que não será tão simples construir uma frente antibolsonarista ampla. 

Leia a íntegra do Manifesto Pela Democracia que o PT não aceita assinar:

Somos cidadãs, cidadãos, empresas, organizações e instituições brasileiras e fazemos parte da maioria que defende a vida, a liberdade e a democracia.
Somos a maioria e exigimos que nossos representantes e lideranças políticas exerçam com afinco e dignidade seu papel diante da devastadora crise sanitária, política e econômica que atravessa o país.
Somos a maioria de brasileiras e brasileiros que apoia a independência dos poderes da República e clamamos que lideranças partidárias, prefeitos, governadores, vereadores, deputados, senadores, procuradores e juízes assumam a responsabilidade de unir a pátria e resgatar nossa identidade como nação.
Somos mais de dois terços da população do Brasil e invocamos que partidos, seus líderes e candidatos agora deixem de lado projetos individuais de poder em favor de um projeto comum de país.
Somos muitos, estamos juntos, e formamos uma frente ampla e diversa, suprapartidária, que valoriza a política e trabalha para que a sociedade responda de maneira mais madura, consciente e eficaz aos crimes e desmandos de qualquer governo.
Como aconteceu no movimento Diretas Já, é hora de deixar de lado velhas disputas em busca do bem comum. Esquerda, centro e direita unidos para defender a lei, a ordem, a política, a ética, as famílias, o voto, a ciência, a verdade, o respeito e a valorização da diversidade, a liberdade de imprensa, a importância da arte, a preservação do meio ambiente e a responsabilidade na economia.
Defendemos uma administração pública reverente à Constituição, audaz no combate à corrupção e à desigualdade, verdadeiramente comprometida com a educação, a segurança e a saúde da população. Defendemos um país mais desenvolvido, mais feliz e mais justo.
Temos ideias e opiniões diferentes, mas comungamos dos mesmos princípios éticos e democráticos. Queremos combater o ódio e a apatia com afeto, informação, união e esperança.
Vamos #JUNTOS sonhar e fazer um Brasil que nos traga de volta a alegria e o orgulho de ser brasileiro.




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